{"id":868,"date":"2016-01-29T01:55:55","date_gmt":"2016-01-29T01:55:55","guid":{"rendered":"https:\/\/estudandosocialmedia.wordpress.com\/?p=868"},"modified":"2016-01-29T01:55:55","modified_gmt":"2016-01-29T01:55:55","slug":"notas-sobre-o-capital-social-em-rede-de-raquel-recuero","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/notas-sobre-o-capital-social-em-rede-de-raquel-recuero\/","title":{"rendered":"Notas sobre o capital social em rede, de Raquel Recuero"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify;\">Eu tenho uma professora querida que sempre me disse (n\u00e3o diretamente, mas falando com a turma) que os textos e as leituras acad\u00eamicas ajudavam a compreender melhor a vida. No quinto per\u00edodo da universidade, j\u00e1 estou mais que concordando com ela nesse aspecto &#8211; pelo menos nas leituras &#8220;de humanas&#8221; que fa\u00e7o. E \u00e9 por isso, tamb\u00e9m, que acho importante juntar o que me parece muitas vezes separado pelas pr\u00f3prias estruturas: a academia e o mercado. J\u00e1 <a href=\"https:\/\/estudandosocialmedia.wordpress.com\/2015\/11\/09\/leituras-da-semana-mais-sobre-midia-programatica-reflexoes-sobre-conteudo-e-redesmidias-sociais\/\" target=\"_blank\">citei o Tarc\u00edzio Silva<\/a> num <a href=\"https:\/\/twitter.com\/tarushijio\/status\/656114388827418624\" target=\"_blank\">tweet <\/a>que ele fez sobre isso e aqui ratifico a minha posi\u00e7\u00e3o de que a universidade tem muito a oferecer aos profissionais de m\u00eddias sociais (j\u00e1 que n\u00e3o posso entrar em outros campos onde n\u00e3o estou presente).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Pensando nisso, trouxe esta semana ao blog um texto que j\u00e1 tinha tido contato anteriormente na faculdade e, neste per\u00edodo, aconteceu de ser &#8220;leitura obrigat\u00f3ria&#8221; (odeio essa express\u00e3o, parece condenamento) em uma das mat\u00e9rias que estou cursando. Trata-se de um artigo escrito por Raquel Recuero em 2012 para um congresso na Bahia, no qual ela apresenta alguns conceitos fundamentais para discutir a\u00a0din\u00e2mica de capital social em rede e como ela se estrutura por parte das ferramentas e dos usu\u00e1rios. Embora seja um artigo de vinte e poucas p\u00e1ginas, o texto \u00e9 bastante denso no sentido de que ela apresenta muitos conceitos e pensamentos de autores que ajudam a fundamentar o pensamento e a discuss\u00e3o a respeito desse tema. Nas palavras da pr\u00f3pria autora:<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;O presente artigo busca discutir as mudan\u00e7as ocasionadas pelas novas formas de conex\u00e3o nos sites de rede social (SRSs) das redes sociais online nos investimentos e recursos que chamamos &#8216;capital social&#8217;. A partir de uma apresenta\u00e7\u00e3o te\u00f3rica e baseados no duplo aspecto envolvido no conceito, onde ambos (atores e rede) beneficiam-se dos investimentos individuais, apresentaremos uma proposta de sistematiza\u00e7\u00e3o da compreens\u00e3o do conceito de capital social nas redes sociais online.&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align:justify;\">Mas vamos com calma. A primeira coisa importante a se fazer \u00e9 ter bem esclarecido o que a autora entende como sites de rede social (SRSs). Para isso, ela lista tr\u00eas condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias:<\/p>\n<ol style=\"text-align:justify;\">\n<li>(Sites\u00a0que permitem)\u00a0a constru\u00e7\u00e3o de um perfil p\u00fablico ou semi-p\u00fablico em uma determinada ferramenta;<\/li>\n<li>(Sites\u00a0que permitem) a articula\u00e7\u00e3o de uma lista de conex\u00f5es (tamb\u00e9m p\u00fablica ou semi p\u00fablica);<\/li>\n<li>(Sites\u00a0que permitem) a possibilidade de ver e navegar nessas conex\u00f5es disponibilizadas na mesma ferramenta.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align:justify;\">Esse \u00e9 um ponto-chave para a discuss\u00e3o principalmente para diferenciar seu conceito com o bem mais amplo e mais antigo de (&#8220;apenas&#8221;) redes sociais. O que o artigo prop\u00f5e discutir \u00e9 <em>&#8220;como as novas formas de conex\u00e3o proporcionadas pelos\u00a0SRSs [&#8230;] modificam as formas de investimento, acumula\u00e7\u00e3o e os benef\u00edcios associados ao capital social&#8221;<\/em>. Ou seja, j\u00e1 na pergunta, a autora parte do pressuposto de que as ferramentas causaram <em>&#8220;uma mudan\u00e7a na forma de obter e dividir valores&#8221;<\/em>, tanto na pr\u00e1tica de manuten\u00e7\u00e3o das pr\u00f3prias como tamb\u00e9m nas diferentes apropria\u00e7\u00f5es feitas pelos atores que as comp\u00f5em. Mas, novamente, vamos dar uma pausa para tentar entender o que \u00e9 (ou como entendem) o capital social.<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;Constitui-se em recursos que s\u00e3o mobilizados atrav\u00e9s das conex\u00f5es sociais, \u00fanica e exclusivamente. Para Coleman (1988) \u00e9, deste modo, um bem que est\u00e1 diretamente constitu\u00eddo na estrutura social, contido nas conex\u00f5es que s\u00e3o constru\u00eddas pelos atores e que, por sua vez, tamb\u00e9m estruturam, entretanto, em uma defini\u00e7\u00e3o mais instrumentalista, o capital social \u00e9 a \u201csoma de recursos\u201d que est\u00e1 disponibilizada pela rede, relacionada \u00e0s conex\u00f5es que os atores possuem, mas n\u00e3o necessariamente recursos que est\u00e3o contidos nelas, pois os benef\u00edcios s\u00e3o adquiridos ou recebidos pelos atores.&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p>Ou, de forma mais resumida, trata-se de <em>&#8220;um valor relacionado \u00e0s conex\u00f5es sociais, ou seja, obtido atrav\u00e9s do pertencimento a um grupo social&#8221;<\/em>. Em palavras ainda mais simples, \u00e9 o capital (sim, quase no sentido financeiro da coisa) que voc\u00ea pode obter ou oferecer atrav\u00e9s da sua rela\u00e7\u00e3o com um grupo (ou rede) social. E, nesse sentido, a autora est\u00e1 explicando o capital social para al\u00e9m dos SRSs. Por isso, ela faz um alerta (tamb\u00e9m em forma de argumento): a media\u00e7\u00e3o pelo computador oferece novas formas de acumula\u00e7\u00e3o e acesso a recursos geralmente n\u00e3o &#8220;dispon\u00edveis&#8221; nas rela\u00e7\u00f5es entre os indiv\u00edduos fora dessas ferramentas. Ou seja, ela argumenta que h\u00e1 <em>&#8220;uma mudan\u00e7a no capital social que \u00e9 causada pela transmuta\u00e7\u00e3o das redes sociais na media\u00e7\u00e3o do computador&#8221;<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">E aqui entra aquela parte que mencionei l\u00e1 no come\u00e7o sobre ajudar a entender melhor o mundo. N\u00e3o sei se \u00e9 s\u00f3 comigo, mas sempre que um autor explica um conceito ou uma teoria sobre a sociedade que &#8220;estrala&#8221; os dedos na minha mente (&#8220;caramba, \u00e9 mesmo&#8230;&#8221;), eu fico encantando &#8211; e t\u00e1 a\u00ed o meu interesse em ler (alguns) textos da faculdade. S\u00e3o explica\u00e7\u00f5es para o que a gente enxerga como &#8220;natural&#8221; mas que, na verdade, \u00e9 tudo constru\u00eddo socialmente, principalmente na rela\u00e7\u00e3o entre os indiv\u00edduos. Olha s\u00f3:<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;Como socialmente o pertencer a um grupo n\u00e3o \u00e9 um fato dado, mas algo que requer investimento de recursos pessoais (tais como tempo, sentimentos e etc.), podemos dizer tamb\u00e9m que o capital social est\u00e1 tamb\u00e9m relacionado com o investimento de cada ator na rede social que est\u00e1, por sua vez, relacionado as expectativas que o ator tem de retorno (Lin, 2001).&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align:justify;\">Mas deixando de lado o encantamento e voltando \u00e0 discuss\u00e3o, a autora compreende que o capital social tem um duplo aspecto: <em>&#8220;para compreend\u00ea-lo, \u00e9 preciso analisar &#8216;como os indiv\u00edduos investem nas rela\u00e7\u00f5es sociais&#8217; e, em um segundo momento, &#8216;como capturam os benef\u00edcios nessas rela\u00e7\u00f5es'&#8221;<\/em>. Isso quer dizer que existe, de fato, essa troca entre o indiv\u00edduo e a rede &#8211; eu invisto em algo para conseguir um benef\u00edcio qualquer. Citando outro autor, ela alerta que \u00e9 preciso <em>&#8220;distinguir os recursos em si da habilidade de obt\u00ea-los&#8221;<\/em>, ou seja, o capital social \u00e9 apenas aquilo que voc\u00ea recebe em troca do seu investimento \u00e0 rede &#8211; <em>&#8220;por exemplo, o acesso a determinadas informa\u00e7\u00f5es que n\u00e3o estariam dispon\u00edveis de outro modo&#8221;<\/em>. Nesse sentido, a conex\u00e3o feita para obter esses recursos (ou sua manuten\u00e7\u00e3o) n\u00e3o \u00e9 considerada um la\u00e7o social, mas uma forma de &#8220;arrecad\u00e1-lo&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Ao mesmo tempo, isso significa dizer que <em>&#8220;a qualidade do capital social est\u00e1 relacionada com a qualidade das conex\u00f5es (que, por sua vez, depende do investimento) e com os demais atores e os recursos pessoais que possuem e que est\u00e3o dispostos a investir na rede&#8221;<\/em>. Em outras palavras, poderia-se dizer que uma rede \u00e9 apenas t\u00e3o boa quantos os atores que nela atuam. Os benef\u00edcios que podem ser gerados para cada dessas pessoas tamb\u00e9m se torna um bem de valor significativo para a rede como um todo, uma vez que est\u00e1 tudo conectado. Tendo isso em mente, j\u00e1 podemos conceituar o la\u00e7o social: <em>&#8220;\u00e9 a conex\u00e3o que \u00e9 estabelecida entre dois atores e que d\u00e1 acesso a recursos sociais para ambos e que forma a estrutura social.&#8221;<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Novamente, tentando facilitar o entendimento: voc\u00ea se conecta com outras pessoas atrav\u00e9s de la\u00e7os sociais para, numa rede, investir e obter os benef\u00edcios do capital social. Esses la\u00e7os s\u00e3o classificados como (mais) fracos ou (mais) fortes, com alguns dos quesitos principais sendo o ac\u00famulo de intimidade e confian\u00e7a. Algumas caracter\u00edsticas desses dois grupos s\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>LA\u00c7OS\/CONEX\u00d5ES FORTES<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align:justify;\">tendem a conectar atores mais semelhantes entre si;<\/li>\n<li style=\"text-align:justify;\">dependem de conhecimento e similaridade;<\/li>\n<li style=\"text-align:justify;\">exigem maior investimento por parte dos atores;<\/li>\n<li style=\"text-align:justify;\">tendem a formar n\u00facleos de n\u00f3s pr\u00f3ximos, interconectados (os chamados clusters nas redes sociais);<\/li>\n<li style=\"text-align:justify;\">s\u00e3o\u00a0mais capazes de gerar confian\u00e7a, intimidade, engajamento e mesmo valores reconhecidos pelos grupos.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>LA\u00c7OS\/CONEX\u00d5ES FRACAS<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>tamb\u00e9m s\u00e3o chamados de &#8220;pontes&#8221;;<\/li>\n<li>conectam os diferentes grupos, que s\u00e3o mais importantes para a circula\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es novas nos grupos;<\/li>\n<li>s\u00e3o mais capazes de garantir valores diferentes tais quais o acesso a informa\u00e7\u00f5es novas.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align:justify;\">N\u00e3o existe melhor nem pior nesse caso, s\u00e3o apenas diferentes. Vale lembrar que, at\u00e9 aqui, a autora ainda n\u00e3o entrou &#8220;oficialmente&#8221; na discuss\u00e3o dessa rela\u00e7\u00e3o de la\u00e7os sociais e capital social nos SRSs, embora visualizar essas conex\u00f5es no Twitter, por exemplo, facilitem muito a compreens\u00e3o de suas caracter\u00edsticas. Antes de entrar nesse contexto, ela argumenta: <em>&#8220;as a\u00e7\u00f5es sociais s\u00e3o motivadas pelo capital social, portanto, a entrada em SRSs\u00a0e a atua\u00e7\u00e3o nessas ferramentas tamb\u00e9m poderia ser relacionada com a percep\u00e7\u00e3o de capital social&#8221;<\/em> &#8211; e, a partir da\u00ed, ela explora quais s\u00e3o os investimentos que acontecem nessas ferramentas e como se estrutura o capital social nesses ambientes.<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;Com efeito, o que a Internet parece proporcionar s\u00e3o ferramentas, como os sites de rede social, cujas diferentes formas de apropria\u00e7\u00e3o pelos grupos sociais podem gerar, conforme discutiremos, valores diferentes para as redes e os atores que ali est\u00e3o. A apropria\u00e7\u00e3o, principalmente em seu car\u00e1ter simb\u00f3lico (Lemos, 2002), vai construir, assim, novos valores que s\u00e3o legitimados e reapropriados pelos grupos nas pr\u00f3prias pr\u00e1ticas de intera\u00e7\u00e3o nas ferramentas. Esses valores, entretanto, n\u00e3o s\u00e3o est\u00e1ticos, mas din\u00e2micos, em constante mudan\u00e7a, n\u00e3o apenas pelo ambiente cultural onde cada tecnologia e apropriada, mas igualmente pelos usos que cada grupo ali constr\u00f3i.&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p>Pronto. Entendemos o que \u00e9 capital social, o que s\u00e3o la\u00e7os sociais e o que s\u00e3o SRSs. Agora, vamos \u00e0 luta: queremos tentar compreender <em>&#8220;como se d\u00e3o as novas formas de constru\u00e7\u00e3o e investimento nos la\u00e7os sociais mantidos atrav\u00e9s da Internet&#8221;<\/em>. Isso porque a din\u00e2mica dos SRSs n\u00e3o apenas molda as redes sociais as quais representam, mas tamb\u00e9m interferem o jogo de capital social que ocorre ali. Explicando melhor:<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;Enquanto no mundo offline, manter uma conex\u00e3o social, seja forte ou fraca, necessita investimento de aten\u00e7\u00e3o, sentimento e etc. tanto para a sua cria\u00e7\u00e3o quanto para a sua manuten\u00e7\u00e3o, nos sites de rede social as conex\u00f5es s\u00e3o inicialmente mantidas pela pr\u00f3pria ferramenta (Elison, Steinfeld &amp; Lampe, 2007).&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align:justify;\">Ficou claro? A conex\u00e3o social feita &#8220;fora do mundo virtual&#8221; exige uma s\u00e9rie de fatores (e contratos) sociais cuja mesma conex\u00e3o &#8220;dentro do mundo virtual&#8221; n\u00e3o demanda &#8211; enquanto, no primeiro, voc\u00ea precisa manter contato sabe-se l\u00e1 como (mas precisa ser constante); no segundo, basta clicar em um bot\u00e3o e a conex\u00e3o est\u00e1 feita, estabelecida, at\u00e9 que algu\u00e9m a desfa\u00e7a. E a\u00ed entra uma discuss\u00e3o acad\u00eamica (bastante ampla) que a pr\u00f3pria autora cita sobre a natureza dessas conex\u00f5es estabelecidas online, se elas seriam &#8220;ben\u00e9ficas&#8221; (internet como facilitadora e amplificadora dos la\u00e7os mais fortes) ou &#8220;mal\u00e9ficas&#8221; (la\u00e7os mais fracos tendo efeito negativo nos la\u00e7os sociais mais fortes). Particularmente, embora ache extremamente relevante a leitura dessa discuss\u00e3o, penso que as teorias poderiam ser atualizadas, j\u00e1 que os textos citados s\u00e3o de 1995 e 1998 &#8211; ent\u00e3o nem vou entrar nesse m\u00e9rito.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Voltemos, portanto, \u00e0 discuss\u00e3o que interessa: abaixo est\u00e3o os fatores complexificadores para os la\u00e7os sociais em SRSs: permitem que esses la\u00e7os sejam publicados e mantidos pelas ferramentas; permitem tamb\u00e9m a acumula\u00e7\u00e3o de la\u00e7os sociais, justamente porque esses independem de um investimento direto; al\u00e9m disso, as conex\u00f5es que podem ser estabelecidas tamb\u00e9m t\u00eam dimens\u00f5es diversas. Essas ferramentas, portanto, como j\u00e1 mencionei, interferem diretamente na constru\u00e7\u00e3o de capital social para al\u00e9m do seu conceito apenas de rede social. Nesse contexto, a autora diferencia os tipos de conex\u00f5es que est\u00e3o estabelecidas neles:<\/p>\n<ul>\n<li>A <strong>conex\u00e3o associativa<\/strong> \u00e9 aquela que est\u00e1 sendo mantida pela ferramenta, com efeitos para ambos os atores;<\/li>\n<li>A <strong>conex\u00e3o emergente<\/strong> \u00e9 aquela que \u00e9 baseada na conversa\u00e7\u00e3o e na intera\u00e7\u00e3o verbal, que \u00e9 mantida, principalmente, pelos atores.<\/li>\n<li>Ambas as formas constituem conex\u00f5es com efeitos sociais.<\/li>\n<\/ul>\n<blockquote><p>&#8220;Sites de Rede Social, assim, como proporcionam formas diferentes de conex\u00e3o, seriam, tamb\u00e9m, capazes de gerar formas diferentes de acesso a valores diferenciados de capital social (Ellison, Steinfeld &amp; Lampe, 2007; Recuero, Ara\u00fajo &amp; Zago, 2011). Esses valores de capital social seriam relevantes na medida em que n\u00e3o est\u00e3o acess\u00edveis aos atores de outro modo. Esses sites, inclusive, construiriam, pela apropria\u00e7\u00e3o que geram nas redes, novos recursos a ser disputados.&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align:justify;\">Portanto, j\u00e1 sabemos que h\u00e1 essa diferen\u00e7a nesses recursos que envolvem a disputa de capital social na rede (de internet). Mas, para entendermos melhor isso, precisamos estudar quais s\u00e3o os tipos de investimentos feitos pelos atores para a capta\u00e7\u00e3o desses benef\u00edcios. Segunda a autora,\u00a0<em>&#8220;o tipo de investimento que ser\u00e1 feito pelos atores nas redes sociais [&#8230;]\u00a0est\u00e1 diretamente relacionado com a apropria\u00e7\u00e3o e o tipo de benef\u00edcio que eles esperam obter&#8221;.\u00a0<\/em>Ela defende que isso est\u00e1 relacionado com a apropria\u00e7\u00e3o (do indiv\u00edduo na ferramenta), que guiam as formas de investimento que s\u00e3o feitas ali, assim como esse jogo de investidas influencia o modo como as redes sociais est\u00e3o estruturadas (o que, em outros textos acad\u00eamicos, podemos conhecer como estruturas e estruturantes).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Antes de apresentar quais s\u00e3o esses tipos de investimentos, chamo a aten\u00e7\u00e3o para a ideia desses recursos online obtidos para fins de capital social que s\u00e3o recebidos em troca dos investimentos realizados pelos atores. Esses <em>&#8220;tamb\u00e9m s\u00e3o dependentes das diferentes apropria\u00e7\u00f5es que os grupos fazem dos SRSs&#8221;<\/em>, ou seja, s\u00e3o\u00a0din\u00e2micos, constru\u00eddos, negociados e transformados a todo instante. Ao mesmo tempo que representam um benef\u00edcio para algu\u00e9m, tamb\u00e9m representam um investimento de um grupo (com expectativas de retorno), no duplo aspecto do capital social que atinge tanto os indiv\u00edduos quanto os grupos. Mas, retomando a ideia dos investimentos, a\u00a0autora categoriza os feitos em SRSs conforme abaixo:<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>a) Cria\u00e7\u00e3o e Manuten\u00e7\u00e3o das Conex\u00f5es Sociais:<\/strong> &#8220;Fazer uma conex\u00e3o \u00e9 uma forma\u00a0de investimento, na medida em que essa conex\u00e3o poder\u00e1 prover determinadas formas de valor para cada ator. Sites de Rede Social reduzem a necessidade de investimento nas conex\u00f5es e por isso, facilitam o acesso (ou a percep\u00e7\u00e3o de acesso) a determinados benef\u00edcios.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>b) Constru\u00e7\u00e3o de perfil:<\/strong> &#8220;O perfil n\u00e3o apenas divulga informa\u00e7\u00f5es, mas as relaciona a uma identidade comum. Assim, ele d\u00e1 outra dimens\u00e3o ao investimento, podendo servir como um espa\u00e7o pessoal (por onde se pode receber benef\u00edcios variados) e de cria\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de uma determinada identidade.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>c) Compartilhamento de recursos:<\/strong> &#8220;Esses recursos, que s\u00e3o disponibilizados por algu\u00e9m como investimento, geram benef\u00edcios a outros. Para que o capital social seja constru\u00eddo, assim,\u00a0\u00e9 preciso que alguns invistam seus recursos pessoais, imaginando o benef\u00edcio que poder\u00e3o ter, tamb\u00e9m acesso, em retorno.\u00a0[&#8230;] Sites de Rede Social tamb\u00e9m proporcionaram aos indiv\u00edduos a possibilidade de fazer esse investimento de forma mais direta (publicar uma informa\u00e7\u00e3o na timeline do Facebook) e perceber o retorno do investimento (por exemplo, \u201ccurtidas\u201d em uma postagem) de forma mais clara.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Antes de entrar no pr\u00f3ximo &#8220;t\u00f3pico&#8221;, vale ressaltar o conceito de conex\u00f5es associativas e conex\u00f5es emergentes. As primeiras s\u00e3o os tipos de conex\u00f5es mantidas pela pr\u00f3pria ferramenta, que n\u00e3o precisa de um investimento mais &#8220;trabalhoso&#8221; por parte dos atores; j\u00e1 as segundas exigem um grau de &#8220;esfor\u00e7o&#8221; maior dos atores, uma vez que s\u00e3o mantidas pelas conversa\u00e7\u00f5es que ocorrem entre eles. Tendo isso em mente, podemos partir para tentar compreender como funcionam as conex\u00f5es emergentes fracas ou fortes e as conex\u00f5es associativas fracas. Ali\u00e1s, segundo a a autora, as conex\u00f5es emergentes <em>&#8220;podem evoluir de la\u00e7os fracos a fortes, enquanto aquelas que s\u00e3o apenas associativas n\u00e3o evoluem no tempo, s\u00e3o est\u00e1ticas&#8221;<\/em>. Uma forma &#8220;simples&#8221; de se pensar isso \u00e9: a associativa \u00e9 a conex\u00e3o feita ao seguir algu\u00e9m no Twitter &#8211; nesse contexto, n\u00e3o h\u00e1 muito o que se fazer al\u00e9m do pr\u00f3prio ator; j\u00e1 a emergente se desenrola na intera\u00e7\u00e3o que \u00e9 feita naquele ambiente, ou seja, pode se desenvolver como um la\u00e7o mais fraco (de ponte) ou mais forte).<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Conex\u00f5es associativas:<\/strong>\u00a0o primeiro investimento desse tipo de conex\u00e3o \u00e9 aquele da constru\u00e7\u00e3o de um perfil no site de rede social escolhido. Esse investimento proporciona, inicialmente, a cria\u00e7\u00e3o de uma presen\u00e7a (indicando que o ator est\u00e1 apto a interagir naquele espa\u00e7o). Essa presen\u00e7a, assim, \u00e9 um primeiro benef\u00edcio, que pode ser estendido pela cria\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de conex\u00f5es associativas e\/ ou emergentes. Com as conex\u00f5es emergentes e associativas, acontece tamb\u00e9m a legitima\u00e7\u00e3o desse investimento, na medida em que os outros atores reconhecem a presen\u00e7a de um indiv\u00edduo.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align:justify;\">Eu arriscaria dizer que os benef\u00edcios atribu\u00eddos \u00e0s conex\u00f5es associativas s\u00e3o de car\u00e1ter mais &#8220;quantitativo&#8221; &#8211; como, por exemplo, visibilidade e popularidade (nestes casos, um que desencadeia o outro). A autora explica que <em>&#8220;a\u00a0partir das a\u00e7\u00f5es individuais para construir melhor acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o, os atores decidem a quem desejam conectar-se ou n\u00e3o&#8221;<\/em>, o que significa que cada indiv\u00edduo &#8220;favorece&#8221; a popularidade de uns e a n\u00e3o popularidade de outros. Nesse caso, h\u00e1 tamb\u00e9m o car\u00e1ter da legitima\u00e7\u00e3o para esses tipos de conex\u00f5es, uma vez que a presen\u00e7a desse indiv\u00edduo popular na rede s\u00f3 se d\u00e1 pela reconhecimento dos outros de que ele est\u00e1 ali. Estes s\u00e3o os benef\u00edcios gerados individualmente nas conex\u00f5es associativas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">No entanto, o grupo tamb\u00e9m sai ganhando com essas a\u00e7\u00f5es individuais. Citando autores mais antigos, Recuero explica que <em>&#8220;essas conex\u00f5es s\u00e3o capazes de fazer circular informa\u00e7\u00f5es novas pois conectam grupos diferentes&#8221;<\/em>. Essa visibilidade adquirida por um ou determinados indiv\u00edduos gera uma circula\u00e7\u00e3o maior que beneficia toda a rede, que tamb\u00e9m ganha um filtro que atua <em>&#8220;para o grupo como um todo, mostrando atores considerados relevantes&#8221;.\u00a0<\/em>Nessa disputa de capital social, h\u00e1 aqueles que investem diariamente nesses SRSs para obter algum desses benef\u00edcios j\u00e1 citados (podemos pensar nos famosinhos do Twitter, por exemplo), assim como tamb\u00e9m h\u00e1 aqueles (em sua maioria) menos interessados nesses retornos, visando apenas <em>&#8220;investir em seguir os demais para obter as informa\u00e7\u00f5es&#8221;<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">As <strong>conex\u00f5es emergentes<\/strong> j\u00e1 trabalham de outra maneira. Como ela exige um maior n\u00edvel de &#8220;engajamento&#8221; dos atores, os benef\u00edcios que elas prov\u00eam est\u00e3o mais ligados a um valor qualitativo &#8211; novamente, a minha percep\u00e7\u00e3o. Por exemplo, o suporte social: que <em>&#8220;compreende todos o apoio, a constru\u00e7\u00e3o de sentimento e intimidade caracter\u00edstica das conex\u00f5es sociais mais fortes, que \u00e9 bastante comum&#8221;<\/em>. Esse suporte tamb\u00e9m garante a legitima\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a e a [pr\u00f3pria legitima\u00e7\u00e3o da &#8220;face&#8221;] ou da identidade proposta pelos atores. Mas, assim como as associativas, as conex\u00f5es emergentes tamb\u00e9m podem gerar visibilidade na constru\u00e7\u00e3o das conversa\u00e7\u00f5es que ocorrem dentro dessas redes &#8211; o que, na internet, \u00e9 conhecido pelo fen\u00f4meno da clusteriza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;A clusteriza\u00e7\u00e3o \u00e9 um benef\u00edcio relevante para a rede, uma vez que proporciona acesso a melhores recursos para o grupo e a possibilidade de circula\u00e7\u00e3o desses recursos. Essa clusteriza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m gera maior proximidade, permitindo que os atores tornem-se mais investidores no pr\u00f3prio grupo e aumentem ainda mais a clusteriza\u00e7\u00e3o. Redes mais cluterizadas, portanto, s\u00e3o mais capazes de fazer circular outros benef\u00edcios para os atores (Burt, 1992).&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align:justify;\">Um benef\u00edcio tamb\u00e9m bastante relevante se tratando agora do compartilhamento de recursos \u00e9 a autoridade. Conforme explica a autora, <em>&#8220;enquanto valor, a autoridade \u00e9 concedida pela rede devido \u00e0s a\u00e7\u00f5es e reconhecimentos de um determinado ator&#8221;<\/em>. Intr\u00ednseco \u00e0 ela, est\u00e1 a reputa\u00e7\u00e3o, outro valor individual que \u00e9 constru\u00eddo pela percep\u00e7\u00e3o dos atores em cima das a\u00e7\u00f5es de cada ator em cada ferramenta. Esse benef\u00edcios podem ser melhores percebidos nas conex\u00f5es associativas, uma vez que trabalham em cima do poder de visibilidade: <em>&#8220;quanto mais conex\u00f5es, mais vis\u00edvel e maior a quantidade de recursos disponibilizados aos atores.&#8221;<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">No campo coletivo, o compartilhamento de recursos favorece principalmente a cria\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a no ambiente do grupo, facilitando as intera\u00e7\u00f5es individuais. Estas a\u00e7\u00f5es formam pontes para que a informa\u00e7\u00e3o circule com maior abrang\u00eancia, proporcionando tamb\u00e9m <em>&#8220;uma filtragem de informa\u00e7\u00f5es, da qual a rede, como um todo, se beneficia&#8221;<\/em>. A autora explica que o valor de confian\u00e7a \u00e9 extremamente importante para o grupo como um todo, j\u00e1 que h\u00e1, a partir da\u00ed, <em>&#8220;maior a coopera\u00e7\u00e3o entre os atores no compartilhamento de recursos quando os indiv\u00edduos solicitam&#8221;<\/em>. O resultado \u00e9 uma proximidade na rede que atua na clusteriza\u00e7\u00e3o e na manuten\u00e7\u00e3o de recursos dentro dela.<\/p>\n<p>T\u00e1 ficando confuso? Talvez a tabela abaixo (presente no texto) ajude a clarear melhor as ideias:<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1213 aligncenter\" src=\"https:\/\/estudandosocialmedia.files.wordpress.com\/2016\/01\/tabela-recuero.jpg\" alt=\"tabela-recuero\" width=\"651\" height=\"548\" srcset=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/tabela-recuero.jpg 651w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/tabela-recuero-300x253.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 651px) 100vw, 651px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para irmos \u00e0 reta final com o p\u00e9 direito, acho que vale colocar aqui a cita\u00e7\u00e3o direta da autora:<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;O que discutimos, portanto, \u00e9 que por proporcionar essas diferencia\u00e7\u00f5es nas representa\u00e7\u00f5es das redes, os sites de rede social interferem nelas, gerando percep\u00e7\u00f5es diferentes de valores para os atores que v\u00e3o motivar as a\u00e7\u00f5es de apropria\u00e7\u00e3o das pr\u00f3prias ferramentas, no sentido delineado por Coleman (1988) de a\u00e7\u00e3o social. Essas motiva\u00e7\u00f5es alteram as representa\u00e7\u00f5es das redes no espa\u00e7o online, que se tornam diferentes das redes offline. H\u00e1, assim, novas formas de construir rede social (Recuero &amp; Zago, 2009) e novas redes que impactam o cotidiano dos atores. H\u00e1, ainda, novos benef\u00edcios que s\u00e3o disputados e constru\u00eddos pelos atores, gerando novas formas de capital social.&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align:justify;\">Destrinchando esse pensamento: primeiro, precisamos (de uma vez) diferenciar redes sociais de sites de redes sociais. Feito isso, colocamos em mente que a apropria\u00e7\u00e3o desses SRSs pelos atores interfere diretamente no modo como as redes sociais no ambiente online se estruturam. Devido a isso, cria-se ent\u00e3o <em>&#8220;novas formas de construir rede social e novas redes que impactam o cotidiano dos atores&#8221;<\/em>. Nesse contexto, novos benef\u00edcios nascem e passam a ser disputados de formas diferentes por esses atores. Benef\u00edcios esses que s\u00f3 aptos de acumula\u00e7\u00e3o a depender do tipo de investimento que ser\u00e1 feito pelos atores (e do qual a ferramenta possibilita). E a\u00ed, a meu ver, quantifica-se (e os SRSs facilitam visualizar) esses valores.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Uma vez que o ambiente online deixa tudo \u00e0 mostra a base de algoritmos, alguns simples e p\u00fablicos (o n\u00famero de seguidores de algu\u00e9m no Twitter, por exemplo), entender o capital social que \u00e9 disputado naquele ambiente fica mais n\u00edtido. E a\u00ed entra o que ela explica sobre a &#8220;quantidade&#8221; de recursos dispon\u00edveis e acumulados, que s\u00e3o usufru\u00eddos tanto pelo grupo quanto pelos indiv\u00edduos (seja pela filtragem de informa\u00e7\u00e3o ou pelo benef\u00edcio de visibilidade): <em>&#8220;n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel que todos os atores tenham a mesma visibilidade, pois a aten\u00e7\u00e3o de todos est\u00e1 concentrada em alguns e trata-se de um recurso finito&#8221;<\/em> &#8211; e o mesmo vale para popularidade e informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;\u00c9 este, portanto, o duplo aspecto do capital social nessas ferramentas: Ao possibilitar que os atores invistam nos sites de rede social de forma diferenciada, buscando acumular recursos que de outra forma n\u00e3o estariam acess\u00edveis, os SRSs tamb\u00e9m constr\u00f3em benef\u00edcios para os grupos e as redes. Quanto maior o investimento dos atores, mais fechado o grupo, maior o benef\u00edcio deste como um todo. Entretanto, o usufruto e ac\u00famulo individual dos benef\u00edcios n\u00e3o acontece na mesma medida para todos, gerando tamb\u00e9m competi\u00e7\u00e3o entre os indiv\u00edduos.&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align:justify;\">Para fechar, vale ler as conclus\u00f5es &#8220;oficiais&#8221; da autora no artigo original (que voc\u00ea encontra l\u00e1 no <a href=\"http:\/\/www.raquelrecuero.com\/artigos.html\" target=\"_blank\">site dela<\/a>). Mas, por fim, o que aprendemos hoje? Primeiro, espero, aprendemos que a universidade pode ser uma fonte muito mais proveitosa do que apenas um lugar para conseguirmos um diploma &#8211; as pesquisas cient\u00edficas que acontecem no ambiente acad\u00eamico pode nos ajudar a entender melhor o mundo, basta escolher o caminho certo. Segundo, que o capital social (conceito primeiramente abordado por Bourdieu, creio eu), trabalha, nos SRSs, tanto para o indiv\u00edduo quanto para a rede &#8211; mas, nunca, de forma dada. Terceiro, que talvez n\u00e3o tenha ficado muito claro, mas que s\u00f3 vale a pena ser de uma rede social se voc\u00ea tem algum interesse em participar dela &#8211; e \u00e9 por isso que voc\u00ea investe recursos pessoais para criar la\u00e7os sociais e adquirir benef\u00edcios para construir capital social.<\/p>\n<p><em>O CAPITAL SOCIAL EM REDE: Como as redes sociais na Internet est\u00e3o gerando novas formas de capital social. Contemporanea (UFBA. Online), v. 10, p. 597-617, 2012.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eu tenho uma professora querida que sempre me disse (n\u00e3o diretamente, mas falando com a turma) que os textos e as leituras acad\u00eamicas ajudavam a compreender melhor a vida. No quinto per\u00edodo da universidade, j\u00e1 estou mais que concordando com ela nesse aspecto &#8211; pelo menos nas leituras &#8220;de humanas&#8221; que fa\u00e7o. 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