{"id":4610,"date":"2020-12-15T20:49:05","date_gmt":"2020-12-15T23:49:05","guid":{"rendered":"http:\/\/insightee.com.br\/blog\/?p=4610"},"modified":"2020-12-15T20:49:08","modified_gmt":"2020-12-15T23:49:08","slug":"introducao-a-analise-de-redes-sociais-online-o-que-e-a-analise-de-redes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/introducao-a-analise-de-redes-sociais-online-o-que-e-a-analise-de-redes\/","title":{"rendered":"Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 an\u00e1lise de redes sociais online: o que \u00e9 a an\u00e1lise de redes?"},"content":{"rendered":"\n<p><em>[Este post faz parte de uma s\u00e9rie de resumos comentados do e-book &#8220;<a href=\"http:\/\/www.edufba.ufba.br\/2017\/12\/introducao-a-analise-de-redes-sociais-online\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 an\u00e1lise de redes sociais online<\/a>&#8221; (2017), de Raquel Recuero]<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Em abril de 2017, publiquei aqui no blog o texto &#8220;<a href=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/a-minha-saga-com-redes-sociais-ou-por-que-e-importante-compreende-las\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A minha saga com redes sociais (ou por que \u00e9 importante compreend\u00ea-las)<\/a>&#8220;, no qual contava um pouco da minha rela\u00e7\u00e3o com redes sociais enquanto abordagem te\u00f3rico-metodol\u00f3gica. Nesta \u00e9poca estava come\u00e7ando a escrever meu TCC (sobre identidade nordestina em sites de redes sociais) e tinha acabado de dar in\u00edcio tamb\u00e9m (como relato no post) ao curso de <a href=\"https:\/\/www.ibpad.com.br\/produto\/analise-redes-midias-sociais-online\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">An\u00e1lise de Redes para M\u00eddias Sociais<\/a> do IBPAD. Em dezembro desse mesmo ano, Raquel Recuero lan\u00e7ou pela <a href=\"http:\/\/www.lab404.ufba.br\/ebooks\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cole\u00e7\u00e3o Cibercultura\/Lab404<\/a> da EDUFBA um e-book introdut\u00f3rio sobre an\u00e1lise de redes sociais online.<\/p>\n\n\n\n<p>Tr\u00eas anos depois, muita coisa j\u00e1 aconteceu: apresentei <a href=\"https:\/\/www.slideshare.net\/PedroMeirelles5\/o-que-faz-ser-nordestino-no-facebook-escolhas-da-construo-identitria-nos-sites-de-redes-sociais\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">minha monografia com uma metodologia atravessada por an\u00e1lise de redes<\/a>, ofereci uma palestra <a href=\"http:\/\/data7.blog\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">em parceria com Toth<\/a> no <a href=\"https:\/\/www.slideshare.net\/PedroMeirelles5\/smwsp-2018-anlise-de-redes-para-quem-sempre-teve-vergonha-de-perguntar-o-que\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Social Media Week SP 2018 sobre o assunto<\/a>, escrevi <a href=\"https:\/\/scholar.google.com\/citations?user=yEfrBosAAAAJ&amp;hl=pt-BR&amp;oi=sra\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">tr\u00eas artigos acad\u00eamicos<\/a> (e um cap\u00edtulo de um livro no prelo) utilizando redes sem\u00e2nticas e outro com <a href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/325049529_Visao_Computacional_nas_Midias_Sociais_estudando_imagens_de_Ferias_no_Instagram\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">redes de imagens<\/a>; dentre v\u00e1rios outros projetos que assumi no trabalho com redes de v\u00eddeos\/canais do YouTube, tweets\/perfis, etc. Aqui no blog, tamb\u00e9m produzi algumas an\u00e1lises &#8220;simples&#8221; com <a href=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/tag\/analise-de-redes-semanticas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">redes sem\u00e2nticas<\/a> e <a href=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/tag\/analise-de-imagens\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">de imagens<\/a>. Mais recentemente, fui respons\u00e1vel por um <a href=\"https:\/\/www.ibpad.com.br\/blog\/ibpad-e-science-pulse-identificam-as-principais-vozes-da-ciencia-no-twitter\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">relat\u00f3rio de influenciadores sobre a COVID-19 no Twitter<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright size-large is-resized\"><a href=\"https:\/\/repositorio.ufba.br\/ri\/handle\/ri\/24759\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.lab404.ufba.br\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/IMG_2655.jpg\" alt=\"\" width=\"280\" height=\"280\"\/><\/a><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Com certeza o Pedro de 2017, ainda bastante resistente a an\u00e1lise de redes, n\u00e3o esperava que tudo isso fosse (ou sequer poderia) acontecer. E fa\u00e7o essa introdu\u00e7\u00e3o porque esta s\u00e9rie que inicio com este post tem tamb\u00e9m essa fun\u00e7\u00e3o incentivadora (assim como foi a palestra no SMWSP), para aqueles que t\u00eam vergonha de perguntar, que tem medo ou que acham desnecess\u00e1ria (ou demasiadamente &#8220;quantitativa&#8221;, como era o meu caso) essa abordagem te\u00f3rico-metodol\u00f3gica. A ideia \u00e9 utilizar a excelente publica\u00e7\u00e3o de Raquel Recuero para a editora da UFBA como fonte te\u00f3rica e propulsora para uma inicia\u00e7\u00e3o ao trabalho de an\u00e1lise de redes para m\u00eddias sociais.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 importante salientar que h\u00e1 outra obra, mais completa e publicada por Recuero em parceria com Gabriela Zago e Marcos Bastos em 2015, <a href=\"https:\/\/www.editorasulina.com.br\/detalhes.php?id=670\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&#8220;An\u00e1lise de Redes para M\u00eddia Social&#8221;<\/a> (Editora Sulina). O e-book produzido para a Cole\u00e7\u00e3o Cibercultura\/Lab404 da UFBA \u00e9, como o pr\u00f3prio nome j\u00e1 indica, uma introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 tem\u00e1tica, ainda que traga novas refer\u00eancias como fruto da pr\u00f3pria experi\u00eancia de aprendizado constante da autora. Trata-se de uma obra condensada, &#8220;uma pequena compila\u00e7\u00e3o dos principais conceitos e elementos da ARS&#8221; cujo norte &#8220;est\u00e1 na busca das aplica\u00e7\u00f5es emp\u00edricas e no aprendizado pela pr\u00e1tica&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse &#8220;guia introdut\u00f3rio e simplificado de conceitos, pr\u00e1ticas e formas de an\u00e1lise&#8221; est\u00e1 dividido em quatro cap\u00edtulos: 1. <strong>O que \u00e9 An\u00e1lise de Redes?<\/strong>; 2. <strong>Quais s\u00e3o os principais conceitos de ARS?<\/strong>; 3. <strong>Quais s\u00e3o as principais m\u00e9tricas de An\u00e1lise de Redes?<\/strong> 4. <strong>Como coletar, analisar e visualizar dados para An\u00e1lise de Redes?<\/strong>. Os t\u00edtulos como perguntas reitera a proposta direto ao ponto da obra, em que cada parte do texto \u00e9 desencadeada conforme as discuss\u00f5es abordadas, &#8220;fornecendo as bases para a compreens\u00e3o de como fazer an\u00e1lise de redes e a seguir, trazendo elementos complementares&#8221;. Neste primeiro post, sigamos apenas com o primeiro cap\u00edtulo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O QUE \u00c9 AN\u00c1LISE DE REDES?<\/h2>\n\n\n\n<p>O primeiro esfor\u00e7o que a autora faz \u00e9 o de deixar claro que a an\u00e1lise de redes sociais \u00e9 uma abordagem para analisar grupos sociais, ou seja, \u00e9 muito anterior (quase um s\u00e9culo) \u00e0 an\u00e1lise de redes online. Suas premissas metodol\u00f3gicas, com respaldo te\u00f3rico, t\u00eam fundamento (ou ra\u00edzes) na Sociometria e na Teoria dos Grafos, as quais ser\u00e3o explicadas mais adiante. De modo simplificado, a an\u00e1lise de redes (sociais) \u00e9 uma perspectiva te\u00f3rico-metodol\u00f3gica que permite estudarmos estruturas e fen\u00f4menos sociais como redes.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>&#8220;A rede dentro da qual qualquer indiv\u00edduo est\u00e1 inserido (ou seu grupo social) \u00e9 tamb\u00e9m a respons\u00e1vel por uma grande parcela de influ\u00eancia sobre esse indiv\u00edduo. O lugar de algu\u00e9m na estrutura social adv\u00e9m de uma s\u00e9rie complexa de rela\u00e7\u00f5es, da qual emergem normas, oportunidades e, inclusive, limita\u00e7\u00f5es. [&#8230;] Ou seja, a percep\u00e7\u00e3o da estrutura em torno dos atores \u00e9 fundamental para que possamos compreender tamb\u00e9m seu comportamento. Al\u00e9m disso, o comportamento individual dos atores reflete-se na rede como um todo, moldando-a e adaptando-a, sendo tamb\u00e9m, portanto, fundamental para que possamos compreender a estrutura em si.&#8221;<\/p><cite>RECUERO, 2017, p. 13.<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Ela complementa que &#8220;a ideia que embasa os estudos das estruturas sociais \u00e9 aquela de que os indiv\u00edduos, os atores sociais, est\u00e3o inseridos em estruturas complexas de rela\u00e7\u00f5es com outros atores&#8221;. Os grupos sociais (fam\u00edlia, escola, trabalho, etc.) os quais n\u00f3s enquanto indiv\u00edduos fazemos parte &#8220;t\u00eam um papel fundamental no [nosso] comportamento e na [nossa] vis\u00e3o de mundo&#8221;, em que as rela\u00e7\u00f5es que estabelecemos conferem determinadas posi\u00e7\u00f5es nas redes, que s\u00e3o tanto produto quanto produtora das intera\u00e7\u00f5es e associa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">\u2013 De onde vem a An\u00e1lise de Redes Sociais?<\/h4>\n\n\n\n<p>A origem da an\u00e1lise de redes sociais pode ser creditada a variados campos do saber (numa perspectiva interdisciplinar) no in\u00edcio do s\u00e9culo XX, sobretudo a partir da d\u00e9cada de 30. A posi\u00e7\u00e3o da autora a \u00e9 de seguir com o consenso estabelecido pela revis\u00e3o liter\u00e1ria de que h\u00e1 dois pilares fundadores: a Sociometria e a Teoria dos Grafos, &#8220;embora tra\u00e7os dos conceitos possam ser observados em trabalhos muito anteriores&#8221;. Sociologia, Antropologia e Psicologia s\u00e3o apenas algumas das disciplinas que, ancoradas na contribui\u00e7\u00e3o da Matem\u00e1tica, come\u00e7aram a esquematizar um m\u00e9todo para a an\u00e1lise de redes sociais.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Scott (2001) credita o \u201cnascimento\u201d da ARS como abordagem ao desenvolvimento da Sociometria, que trouxe sistematiza\u00e7\u00e3o anal\u00edtica a partir de fundamentos da teoria dos grafos. J\u00e1 o desenvolvimento desse m\u00e9todo, o autor atribui aos pesquisadores que, na d\u00e9cada de 1930, passaram a estudar os padr\u00f5es de rela\u00e7\u00f5es e a forma\u00e7\u00e3o de grupos sociais como cliques e, finalmente, aos antrop\u00f3logos que a partir desses elementos come\u00e7aram a estudar os conceitos de \u201ccomunidade\u201d. Para o autor, s\u00e3o essas tradi\u00e7\u00f5es que v\u00e3o formar aquilo que, na d\u00e9cada de 1960, vai se constituir na tradi\u00e7\u00e3o dos estudos de an\u00e1lise de redes.<\/p><cite>RECUERO, 2017, p. 14.<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright size-large is-resized\"><a href=\"https:\/\/www.ibpad.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Rede-Dining-Table-Sociograma-Moreno-WSS-637.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ibpad.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Rede-Dining-Table-Sociograma-Moreno-WSS-637.png\" alt=\"\" width=\"298\" height=\"254\"\/><\/a><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>A sociometria \u00e9 a denomina\u00e7\u00e3o dada \u00e0 abordagem de Jacob Moreno na inven\u00e7\u00e3o do sociograma (1930), &#8220;a representa\u00e7\u00e3o da rede, no qual os atores sociais s\u00e3o apresentados como n\u00f3s, e suas conex\u00f5es, representadas por linhas que unem esses n\u00f3s&#8221;. Os estudos do psic\u00f3logo, com ajuda da sua colaboradora Helen Jennings, tinha como objetivo &#8220;medir as rela\u00e7\u00f5es dos grupos, compreendendo [&#8230;] como esses conjuntos de atores eram estruturados&#8221;. Foi fundamental para direcionar o foco \u00e0 &#8220;estrutura social para que se compreendesse a din\u00e2mica dos grupos&#8221;, embora s\u00f3 tenha sido desenvolvida (reabordadas por outros grupos) como an\u00e1lise de redes ap\u00f3s a d\u00e9cada de 50.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a Teoria dos Grafos foi respons\u00e1vel por fornecer &#8220;formas mais sistem\u00e1ticas de medida [&#8230;]&#8221; das estruturas sociais, cuja teoriza\u00e7\u00e3o das redes disp\u00f5em as principais m\u00e9tricas para a compreens\u00e3o das posi\u00e7\u00f5es dos n\u00f3s e de sua pr\u00f3pria estrutura. \u00c9 uma disciplina da matem\u00e1tica &#8220;que estuda conjuntos de objetos e suas conex\u00f5es&#8221;, cuja origem estaria &#8220;no trabalho de \u00cbuler e na solu\u00e7\u00e3o que ele prop\u00f4s para o enigma das Pontes de K\u00f6nigsberg&#8221;. Cartwright e Harary teriam sido os primeiros a aplicar grafos \u00e0 leitura dos sociogramas de Moreno, o que permitiu &#8220;que novas perspectivas fossem compreendidas dentro da din\u00e2mica dos grupos sociais&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"How the K\u00f6nigsberg bridge problem changed mathematics - Dan Van der Vieren\" width=\"980\" height=\"551\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/nZwSo4vfw6c?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Mas se a an\u00e1lise de redes sociais tem sua consolida\u00e7\u00e3o em meados do s\u00e9culo XX, com sementes origin\u00e1rias datando de d\u00e9cadas antes (at\u00e9 Simmel e Weber, por exemplo), por que h\u00e1 uma crescente populariza\u00e7\u00e3o dessa abordagem? Recuero credita isso \u00e0 &#8220;amplia\u00e7\u00e3o do foco do estudo de grupos pequenos para grupos em larga escala&#8221;, fazendo com que novas disciplinas cruzem fronteiras entre as Ci\u00eancias Exatas e Ci\u00eancias Sociais e Humanas. Duas justificativas para esse novo contexto da an\u00e1lise de redes sociais possa surgir s\u00e3o: &#8220;a disponibiliza\u00e7\u00e3o de dados sociais, especialmente pelas ferramentas digitais de comunica\u00e7\u00e3o&#8221; e; &#8220;o uso de m\u00e9todos computacionais, que permitiram a coleta e a an\u00e1lise desses dados sociais&#8221;. <\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">\u2013 Redes sociais e <em>sites de redes sociais<\/em> s\u00e3o a mesma coisa?<\/h4>\n\n\n\n<p>Em julho de 2019, a autora publicou no Medium o texto <a href=\"https:\/\/medium.com\/@raquelrecuero\/m%C3%ADdia-social-plataforma-digital-site-de-rede-social-ou-rede-social-n%C3%A3o-%C3%A9-tudo-a-mesma-coisa-d7b54591a9ec\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&#8220;M\u00eddia social, plataforma digital, site de rede social ou rede social? N\u00e3o \u00e9 tudo a mesma coisa?&#8221;<\/a>, somente dois anos ap\u00f3s o lan\u00e7amento do e-book. Essa \u00e9 uma pergunta que provavelmente deve continuar sendo feita ainda por muito tempo, mesmo com <a href=\"https:\/\/tarciziosilva.com.br\/blog\/quatro-aspectos-dos-sites-de-redes-sociais\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">todos os (constantes) esfor\u00e7os<\/a> para respond\u00ea-la. O problema est\u00e1 principalmente no fato de que, no Brasil, chamamos tudo de &#8220;rede social&#8221;; no entanto, como a pr\u00f3pria discuss\u00e3o da origem das an\u00e1lises de redes sociais j\u00e1 indica, redes sociais s\u00e3o muito &#8220;anteriores&#8221; aos sites de redes sociais.<\/p>\n\n\n\n<p>O argumento apresentado no e-book parte do conceito primeiro proposto pelas autoras danah boyd e Nicole Ellison em publica\u00e7\u00e3o de 2007 (a data \u00e9 importante para contextualizar o momento pelo qual a internet passava, pensando Facebook, Orkut, etc.) que &#8220;algumas ferramentas online apresentam modos de representa\u00e7\u00e3o de grupos sociais baseados nas rela\u00e7\u00f5es entre os atores&#8221;. Seriam caracter\u00edsticas dessas: &#8220;(1) <strong>permitir que os atores construam um perfil p\u00fablico ou semip\u00fablico<\/strong>; (2) <strong>permitir que esses atores construam conex\u00f5es com outros atores<\/strong>; e (3) <strong>permitir que esses atores possam visualizar ou navegar por essas conex\u00f5es<\/strong>&#8220;.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>&#8220;Enquanto uma rede social est\u00e1 relacionada \u00e0 percep\u00e7\u00e3o de um grupo social determinado pela sua estrutura (a \u201crede\u201d), que \u00e9 geralmente oculta, pois s\u00f3 est\u00e1 manifesta nas intera\u00e7\u00f5es, as ferramentas sociais na internet s\u00e3o capazes de publicizar e influenciar essas estruturas sociais. (BOYD; ELLISON, 2007) Ou seja, o Facebook, por si s\u00f3, n\u00e3o apresenta redes sociais. \u00c9 o modo de apropria\u00e7\u00e3o que as pessoas fazem dele que \u00e9 capaz de desvelar redes que existem ou que est\u00e3o baseadas em estruturas sociais constru\u00eddas por essas pessoas [&#8230;].&#8221;<\/p><cite>RECUERO, 2017, p. 16.<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Sites n\u00e3o necessariamente refletem redes sociais do espa\u00e7o offline, mas &#8220;amplificam conex\u00f5es sociais, permitem que estas apare\u00e7am em larga escala (RECUERO, 2009) e tamb\u00e9m atuam de modo a auxiliar na sua manuten\u00e7\u00e3o&#8221;. Pessoas que voc\u00ea conhece (ou conheceu) offline, por exemplo, podem manter uma conex\u00e3o com voc\u00ea no Facebook devido \u00e0 facilidade de manuten\u00e7\u00e3o desse <a href=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/notas-sobre-o-capital-social-em-rede-de-raquel-recuero\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">la\u00e7o fraco<\/a>; ou, ainda, pessoas que voc\u00ea n\u00e3o conhece offline podem aparecer no seu news feed enquanto perfil ou at\u00e9 mesmo publica\u00e7\u00f5es, devido \u00e0 caracter\u00edstica pr\u00f3pria da ferramenta. As redes sociais na internet, portanto, &#8220;s\u00e3o outro fen\u00f4meno, caracter\u00edstico da apropria\u00e7\u00e3o dos sites de rede social.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Outro conceito que Recuero traz de boyd para diferenciar os sites de redes sociais (e, portanto, as redes sociais online) \u00e9 o de &#8220;p\u00fablicos em rede&#8221; (networked publics). &#8220;Embora esse conceito n\u00e3o esteja diretamente relacionado com an\u00e1lise de redes, ele auxilia a compreens\u00e3o de <strong>como os sites de rede social influenciam os processos de representa\u00e7\u00e3o dos grupos<\/strong>&#8220;, explica. S\u00e3o <em>affordances<\/em> que explicitam &#8220;<strong>elementos que emergem das caracter\u00edsticas t\u00e9cnicas dessas ferramentas e suportam suas apropria\u00e7\u00f5es<\/strong>&#8220;:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li><strong>Persist\u00eancia<\/strong>: intera\u00e7\u00f5es\/conex\u00f5es dos meios online permanecem no tempo (podem ser recuperadas); o que permite que a conversa seja ass\u00edncrona (atores n\u00e3o est\u00e3o presentes ao mesmo tempo), ampliando &#8220;as possibilidades de manuten\u00e7\u00e3o e recupera\u00e7\u00e3o de conex\u00f5es e valores sociais&#8221;.<\/li><li><strong>Replicabilidade<\/strong>: como as intera\u00e7\u00f5es\/conex\u00f5es permanecem, s\u00e3o mais facilmente replicadas (podem circular mais r\u00e1pida e fidedignidamente);<\/li><li><strong>Escalabilidade<\/strong>: a jun\u00e7\u00e3o de esses dois elementos permite que as informa\u00e7\u00f5es percorram toda a estrutura de redes (viralidade);<\/li><li><strong>Buscabilidade<\/strong>: devido \u00e0 perman\u00eancia (registro), as informa\u00e7\u00f5es podem ser busc\u00e1veis.<\/li><\/ol>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p>&#8220;S\u00e3o esses elementos que proporcionam os contextos nos quais podemos perceber como as redes sociais na internet podem ser diferentes em suas apropria\u00e7\u00f5es e pr\u00e1ticas sociais, e na circula\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es das redes sociais offline.&#8221;<\/p><cite>RAQUEL RECUERO<\/cite><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p>Ainda pensando num contexto mais conversacional (e n\u00e3o de la\u00e7os estabelecidos, como amigos\/seguidores &#8211; ou <a href=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/notas-sobre-o-capital-social-em-rede-de-raquel-recuero\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">conex\u00f5es associativas, para utilizar o conceito da pr\u00f3pria<\/a>), Recuero tamb\u00e9m recupera boyd para destacar as din\u00e2micas dos p\u00fablicos em rede. O foco dessas outras caracter\u00edsticas, entretanto, estaria no modo como &#8220;influenciam as redes sociais que emergem desse processo&#8221;:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li><strong>Audi\u00eancias invis\u00edveis<\/strong>: diferente das redes offline, em que a autora argumenta que conseguimos &#8220;peceber&#8221; com mais facilidade (por ser menor e menos conectada), as redes de SRSs s\u00e3o &#8220;imediatamente discern\u00edveis&#8221; pelas &#8220;audi\u00eancias que rodeiam as intera\u00e7\u00f5es no espa\u00e7o online&#8221;.<\/li><li><strong>Colapso dos contextos<\/strong>: ao permanecerem e serem replicadas, deslocamentos de contextos s\u00e3o comuns, o que potencializa a possibilidade de conflitos entre grupos distintos.<\/li><li><strong>Borramento das fronteiras entre o p\u00fablico e o privado<\/strong>: diz respeito \u00e0 &#8220;dificuldade em demarcar espa\u00e7os que s\u00e3o tipicamente dados nos grupos sociais offline&#8221; (fam\u00edlia, amigos, etc.), o que &#8220;acaba por expor os atores, aumentando a percep\u00e7\u00e3o de intimidade e sua participa\u00e7\u00e3o pela rede&#8221;.<\/li><\/ol>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">\u2013 Para que serve a ARS?<\/h4>\n\n\n\n<p>Como mencionado anteriormente, a an\u00e1lise de redes sociais tem se popularizado devido a dois fatores principais: &#8220;gra\u00e7as ao aumento da quantidade de dados sociais disponibilizados por conta dos usos das ferramentas de comunica\u00e7\u00e3o mediada pelo computador&#8221; e, tamb\u00e9m, &#8220;por ser uma abordagem bastante prop\u00edcia para o estudo e a visualiza\u00e7\u00e3o de grandes quantidades de dados&#8221;. \u00c9 nesse contexto que tem sido utilizada em \u00e1reas como Comunica\u00e7\u00e3o Social e Sociologia Computacional, &#8220;para compreender fen\u00f4menos associados \u00e0 estrutura das redes sociais, principalmente, online&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A autora encerra o primeiro cap\u00edtulo, portanto, listando os cen\u00e1rios em que a an\u00e1lise de redes sociais pode ser utilizada: 1) <strong>estudos das rela\u00e7\u00f5es entre os elementos da estrutura do fen\u00f4meno<\/strong>; 2) <strong>estudos nos quais o objeto possa ser estruturalmente mapeado<\/strong>; 3) <strong>estudos nos quais o problema de pesquisa foque um conjunto de dados pass\u00edvel de ser coletado e mapeado com os recursos dispon\u00edveis<\/strong>. Ela est\u00e1 chamando a aten\u00e7\u00e3o para o fato de que nem toda pesquisa cabe uma abordagem de redes, por isso \u00e9 preciso ficar atento a esses &#8220;crit\u00e9rios&#8221; b\u00e1sicos e se perguntar: a resposta que eu preciso responder pode ser alcan\u00e7ada com a an\u00e1lise de redes?<\/p>\n\n\n\n<p>Se voc\u00ea quer identificar como o capital social \u00e9 constitu\u00eddo em determinado grupo, como a informa\u00e7\u00e3o circula num determinado grupo social ou quais s\u00e3o os subgrupos &#8211; ou clusters &#8211; dentro de uma grande grupo &#8211; ou rede, por exemplo, sim. Se o objeto pode ser mapeado e sua estrutura ser\u00e1 vis\u00edvel (os dados s\u00e3o acess\u00edveis), tamb\u00e9m. Se h\u00e1 a possibilidade de realizar todo o processo, de mapeamento \u00e0 coleta e posterior an\u00e1lise seguindo as premissas metodol\u00f3gicas da an\u00e1lise de redes sociais, tamb\u00e9m.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Refer\u00eancias citadas neste cap\u00edtulo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>SCOTT, J. Social Network Analysis: Ahandbook. 2. ed. New York: SAGE, 2001.<\/li><li>BOYD, D.; ELLISON, N. Social Network Sites: Definition, History, and Scholarship. Journal of Computer-Mediated Communication, [S.l.], v. 13, n. 1, p. 210-230, 2007.<\/li><li>BOYD, D. Social Network Sites as Networked Publics: Affordances, Dynamics, and Implications. In: PAPACHARISSI, Z. (Ed.). ANetworked Self: Identity, Community, and Culture on Social Network Sites. New York: Routledge, 2010. p. 39-58<\/li><li>BRUNS, A. et al. #qldfloods and @QPSMedia: Crisis Communication on Twitter in the 2011 South East Queensland Floods. Brisbane, Qld: ARC Centre of Excellence for Creative Industries and Innovation, 2012.<\/li><li>BRUNS, A.; BURGESS, J. E. Researching news discussion on Twitter: New methodologies. Journalism Studies, Florida, v. 13, 2012.<\/li><li>DEGENNE, A.; FORS\u00c9, M. Introducing Social Networks. London: SAGE, 1999.<\/li><li>FREEMAN, L. The development of social network analysis: a study in the sociology of science. Vancouver: Empirical Press, 2004.<\/li><li>MALINI, F. Um m\u00e9todo perspectivista de an\u00e1lise de redes sociais: Cartografando topologias e temporalidades em rede. In: ENCONTRO DACOMP\u00d3S, 25., 2016, Goi\u00e2nia. Anais\u2026 Camp\u00f3s: Goi\u00e2nia, 2016. Dispon\u00edvel em: <a href=\"http:\/\/www.compos.org.br\/biblioteca\/compos_malini_2016_3269.pdf\">http:\/\/www.compos.org.br\/biblioteca\/compos_malini_2016_3269.pdf<\/a>. Acesso em: 23 de maio de 2017<\/li><li>RECUERO, R. Redes Sociais na Internet. Porto Alegre: Sulina, 2009.<\/li><li>RECUERO, R. A Conversa\u00e7\u00e3o em Rede: comunica\u00e7\u00e3o mediada pelo computador. Porto Alegre: Sulina, 2012.<\/li><li>RECUERO, R. Contribui\u00e7\u00f5es da An\u00e1lise de Redes Sociais para o estudo das redes sociais na Internet: o caso da hashtag #Tamojuntodilma e #CalaabocaDilma. Revista Fronteiras, S\u00e3o Leopoldo, v. 16, p. 60-77, 2014.<\/li><li>RECUERO, R.; BASTOS, M. T.; ZAGO, G. An\u00e1lise de Redes para M\u00eddia Social. Porto Alegre: Sulina, 2015.<\/li><li>WASSERMAN, S.; FAUST, K. Social Network Analysis: methods and aplications. Cambridge: Cambridge University Press, 1994.<\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[Este post faz parte de uma s\u00e9rie de resumos comentados do e-book &#8220;Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 an\u00e1lise de redes sociais online&#8221; (2017), de Raquel Recuero] Em abril de 2017, publiquei aqui no blog o texto &#8220;A minha saga com redes sociais (ou por que \u00e9 importante compreend\u00ea-las)&#8220;, no qual contava um pouco da minha rela\u00e7\u00e3o com redes [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4639,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[132],"tags":[209,134,208],"class_list":["post-4610","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-livros","tag-analise-de-redes-sociais","tag-raquel-recuero","tag-redes-sociais"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 an\u00e1lise de redes sociais online: o que \u00e9 a an\u00e1lise de redes? 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