{"id":4568,"date":"2020-08-04T22:36:56","date_gmt":"2020-08-05T01:36:56","guid":{"rendered":"http:\/\/insightee.com.br\/blog\/?p=4568"},"modified":"2020-08-04T22:36:59","modified_gmt":"2020-08-05T01:36:59","slug":"os-maiores-absurdos-que-um-sudestino-ja-te-disse","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/os-maiores-absurdos-que-um-sudestino-ja-te-disse\/","title":{"rendered":"Os maiores absurdos que um sudestino j\u00e1 te disse"},"content":{"rendered":"\n<p>Passeando pelo Twitter algumas semanas atr\u00e1s, me deparei com o da <em>user<\/em> @<a href=\"https:\/\/twitter.com\/lhonoratus\" target=\"_blank\" aria-label=\"undefined (opens in a new tab)\" rel=\"noreferrer noopener\">lhonoratus<\/a> que reproduzo abaixo. Chegou at\u00e9 mim atrav\u00e9s de um retweet de uma amiga, que respondia \u00e0 provoca\u00e7\u00e3o da usu\u00e1ria compartilhando uma dessas situa\u00e7\u00f5es absurdas com que teve que lidar diante de sudestinos. Eu, particularmente, acho essa categoria muito interessante por si s\u00f3, pensando que \u00e9 uma &#8220;identidade&#8221; que tenho visto pipocar principalmente no Twitter j\u00e1 h\u00e1 alguns anos, no mesmo tom desse tweet que chegou at\u00e9 mim. Acho que essa explora\u00e7\u00e3o j\u00e1 rende muita discuss\u00e3o, mas aqui tentei focar apenas neste caso.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-twitter aligncenter wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"twitter-tweet\" data-width=\"550\" data-dnt=\"true\"><p lang=\"pt\" dir=\"ltr\">Conte aqui o maior absurdo que um sudestino ja te disse<\/p>&mdash; Lel\u00e9 da cuca (@lhonoratus) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/lhonoratus\/status\/1283538675255705618?ref_src=twsrc%5Etfw\">July 15, 2020<\/a><\/blockquote><script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Com as mais de 300 respostas que o tweet recebeu, al\u00e9m de os outros modos em que os usu\u00e1rios se apropriaram da mensagem (em resposta como retweet de cita\u00e7\u00e3o), fiquei realmente curioso para descobrir quais eram esses absurdos. Vasculhando pelas respostas do pr\u00f3prio tweet e conhecendo tamb\u00e9m o contexto de ambas as categorias de sujeitos, j\u00e1 tinha algumas hip\u00f3teses: provavelmente muitas situa\u00e7\u00f5es constrangedoras (para n\u00e3o falar revoltantes) sobre sotaque\/modos de falar, estere\u00f3tipos direta ou indiretamente associados a classe, etc. &#8211; toda a constru\u00e7\u00e3o que evoca a imagem do nordestino no &#8220;encontro&#8221; com o outro.<\/p>\n\n\n\n<p>Para testar essas hip\u00f3teses, fiz a coleta com o <a href=\"https:\/\/github.com\/twintproject\/twint\/\" target=\"_blank\" aria-label=\"undefined (opens in a new tab)\" rel=\"noreferrer noopener\">twint<\/a> (script em Python que faz raspagem de dados do Twitter) de todos os tweets tanto em resposta ao tweet original quanto em formato de cita\u00e7\u00e3o. Ao total, foram 1.542 tweets de 1.239 usu\u00e1rios diferentes &#8211; ou seja, bastante absurdo para ser investigado (embora n\u00e3o possamos afirmar que todos esses 1.500 tweets trazem mensagens correspondentes \u00e0 proposta do original, visto que podem ser s\u00f3 respostas outras, coment\u00e1rios, etc.). A rede abaixo foi gerada com todo esse montante de dados, tratada no <a href=\"https:\/\/www.wordij.net\/\" target=\"_blank\" aria-label=\"undefined (opens in a new tab)\" rel=\"noreferrer noopener\">WORDij<\/a> e elaborada no <a href=\"https:\/\/gephi.org\/\" target=\"_blank\" aria-label=\"undefined (opens in a new tab)\" rel=\"noreferrer noopener\">Gephi<\/a> com t\u00e9cnicas direcionadas \u00e0 an\u00e1lise de redes sem\u00e2nticas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/redesudestinos.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"3072\" height=\"3072\" src=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/redesudestinos.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4577\" srcset=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/redesudestinos.png 3072w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/redesudestinos-300x300.png 300w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/redesudestinos-1024x1024.png 1024w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/redesudestinos-150x150.png 150w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/redesudestinos-768x768.png 768w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/redesudestinos-1536x1536.png 1536w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/redesudestinos-2048x2048.png 2048w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/redesudestinos-480x480.png 480w\" sizes=\"auto, (max-width: 3072px) 100vw, 3072px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><em><a href=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/redesudestinos.png\" target=\"_blank\" aria-label=\"undefined (opens in a new tab)\" rel=\"noreferrer noopener\">Clique aqui<\/a> para visualizar em tamanho completo<\/em><\/strong><br><strong>e <em><a aria-label=\"undefined (opens in a new tab)\" href=\"http:\/\/insightee.com.br\/absurdosudestinos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">clique aqui<\/a> acessar a rede interativa<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A rede foi feita a partir da co-ocorr\u00eancia entre os termos, ou seja, as conex\u00f5es que se s\u00e3o representam uma certa &#8220;proximidade&#8221; disursiva. Foram, ao total ap\u00f3s o tratamento, 472 palavras, cuja frequ\u00eancia est\u00e1 de acordo com o tamanho proporcional em que se apresenta na rede. Os la\u00e7os (as conex\u00f5es que ligam um termo a outro) tamb\u00e9m est\u00e3o com certo peso evidente, conforme o tamanho das linhas &#8211; ou seja, quanto mais grossa, mais &#8220;forte&#8221; a conex\u00e3o entre as palavras (aparecem juntas com mais frequ\u00eancia). As cores indicam os agrupamentos feitos atrav\u00e9s da modularidade (pr\u00f3pria do software), e nos ajuda a encontrar alguns territ\u00f3rios sem\u00e2nticos espec\u00edficos.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, este \u00e9 um exemplo bem interessante de como a modularidade nem sempre d\u00e1 conta de &#8220;compreender&#8221; a complexidade da rede. Os doze clusters identificados pelo <em>software<\/em> podem ser compreendidos, conforme a minha interpreta\u00e7\u00e3o, da seguinte forma: <strong>desconhecimento<\/strong>\/ignor\u00e2ncia (29% dos termos, &#8220;perguntou&#8221; como refer\u00eancia); &#8220;<strong>elogios<\/strong>&#8221; ao rev\u00e9s (27%, &#8220;nordeste&#8221;); <strong>sotaque<\/strong>\/fala (15%, &#8220;sotaque&#8221;); <strong>praia<\/strong>\/turismo (7%, &#8220;pessoa&#8221;); coment\u00e1rios (6%, &#8220;sudestinos&#8221;); cenas do cotidiano (4%, &#8220;rua&#8221;); deboche\/constrangimento (3%, &#8220;mudou&#8221;); banho (3%, &#8220;paulo&#8221;); matar (1%, &#8220;vontade&#8221;); trabalho (-1%, &#8220;respondi&#8221;); fen\u00f3tipo (-1%, &#8220;olho&#8221;); no\u00e7\u00e3o (-1%, &#8220;nenhuma&#8221;).<\/p>\n\n\n\n<p>Esses grupos delimitados por crit\u00e9rios mais quantitativos e identificados em seu contexto sem\u00e2ntico\/social a partir da minha pr\u00f3pria interpreta\u00e7\u00e3o s\u00e3o um bom direcionamento para entender algumas das respostas que encontramos, mas se os pensarmos individualmente acabamos por ignorar &#8211; e, de certo modo, at\u00e9 mesmo ter uma vis\u00e3o equivocada dos &#8211; discursos em suas multiplicidades. Em outras palavras, praticamente todos esses clusters (ou melhor, os termos que os constituem) dialogam uns com os outros (ou seja, com termos de diferentes clusters). E a pr\u00f3pria configura\u00e7\u00e3o do modo como se apresentam foi uma decis\u00e3o minha, ap\u00f3s alguns testes.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-twitter aligncenter wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"twitter-tweet\" data-width=\"550\" data-dnt=\"true\"><p lang=\"pt\" dir=\"ltr\">&quot;nossa mas tu \u00e9 tao branquinha nem parece que \u00e9 do nordeste&quot; <br><br>&quot;e esse sotaque da bahia a\u00ed hein kkk para de falar&quot; <a href=\"https:\/\/t.co\/JSfr2I8civ\">https:\/\/t.co\/JSfr2I8civ<\/a><\/p>&mdash; nani e tamb\u00e9m naninha \ud83e\udd90 (@_anatriz) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/_anatriz\/status\/1285182739944222720?ref_src=twsrc%5Etfw\">July 20, 2020<\/a><\/blockquote><script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>O cluster laranja, por exemplo, que chamei de &#8220;elogios&#8221; ao rev\u00e9s, se estende por boa parte da rede, o que demonstra o quanto carrega certa coes\u00e3o entre si, mas tamb\u00e9m tem liga\u00e7\u00e3o direta com outras palavras. Em sua localiza\u00e7\u00e3o mais acima, est\u00e1 associado a um determinado modo do que se espera de um nordestina &#8211; e diretamente tamb\u00e9m ligado especificamente \u00e0 fala, o que corresponde \u00e0 proximidade com o sotaque. H\u00e1, entretanto, para al\u00e9m da fala (que pode ser tanto em sua entona\u00e7\u00e3o &#8220;cantada&#8221; quanto em seu car\u00e1ter mais distintivo, &#8220;educado&#8221;), uma associa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m a um certo fen\u00f3tipo racializado &#8211; e, aqui, em contexto de surpresa, de inesperado.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais abaixo, esse mesmo cluster ainda mant\u00e9m sua proximidade (e conectividade) com as respostas que destacam especificamente o sotaque (&#8220;estranho&#8221;, &#8220;forte&#8221;, &#8220;diferente&#8221;, &#8220;feio&#8221;), mas j\u00e1 segue para outro caminho em dire\u00e7\u00e3o a dimens\u00f5es sem\u00e2nticas mais generalistas. H\u00e1 uma aproxima\u00e7\u00e3o tanto a certos termos relacionados a h\u00e1bitos aliment\u00edcios quanto a algumas outras palavras mais soltas na rede, que ainda assim se localizam dentro de algumas caracter\u00edsticas tamb\u00e9m estereotipadas. \u00c9 o caso, por exemplo, da conex\u00e3o com as perguntas sobre &#8220;\u00e1gua&#8221; e, mais abaixo, a peixeira e a canoa. Esses que se conectam com cenas do cotidiano e mitos do banho.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-twitter aligncenter wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"twitter-tweet\" data-width=\"550\" data-dnt=\"true\"><p lang=\"pt\" dir=\"ltr\">no nordeste tem SEM\u00c1FORO? COMO ASSIM??? E como assim as ruas n s\u00e3o de barro? <a href=\"https:\/\/t.co\/wtfk2P8Ia5\">https:\/\/t.co\/wtfk2P8Ia5<\/a><\/p>&mdash; rina\u2077 (@yoongxian) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/yoongxian\/status\/1283885026153816064?ref_src=twsrc%5Etfw\">July 16, 2020<\/a><\/blockquote><script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Do outro lado, mas ainda bastante ligado a esses outros dois maiores clusters, o azul que chamei de desconhecimento\/ignor\u00e2ncia (talvez por falta de palavras mais assertivas) tamb\u00e9m se expande por boa parte da rede, mas que &#8211; pelo menos na minha interpreta\u00e7\u00e3o &#8211; tem como ponto de encontro a desinforma\u00e7\u00e3o (ou estupidez mesmo). Aqui s\u00e3o os termos mais diretamente associados \u00e0s situa\u00e7\u00f5es do encontro, em que os usu\u00e1rios contaram as perguntas absurdas que tiveram que ouvir &#8211; e que, novamente, reproduzem estere\u00f3tipos voltados sobretudo para um recorte de classe muito bem estabelecido, que deduz uma suposta car\u00eancia da regi\u00e3o Nordeste.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-twitter aligncenter wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"twitter-tweet\" data-width=\"550\" data-dnt=\"true\"><p lang=\"pt\" dir=\"ltr\">Pelas respostas podemos constar:<br><br>&#8211; Sudestino \u00e9 FISSURADO em shopping e McDonald&#39;s<br>&#8211; O curr\u00edculo de geografia nas escolas sudestinas t\u00e1 meio fraco, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel<br>&#8211; Pra eles no Nordeste n\u00e3o tem \u00e1gua, nem gente branca, nem p\u00e3o<br>&#8211; Assistam Bacurau!<\/p>&mdash; Lel\u00e9 da cuca (@lhonoratus) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/lhonoratus\/status\/1283796469414350854?ref_src=twsrc%5Etfw\">July 16, 2020<\/a><\/blockquote><script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Um pouco mais distante do centro, \u00e9 tamb\u00e9m esse cluster que aponta para mais uma fix\u00e3o do estere\u00f3tipo nordestino: o do local para turista ver (e visitar) &#8211; \u00e9 como (e onde) surgem os termos sobre viagem, tamb\u00e9m ligados a algumas cidades e estados espec\u00edficos. \u00c9 tamb\u00e9m nesse contexto de visita que h\u00e1 um retorno \u00e0 ignor\u00e2ncia para as perguntas sobre &#8220;onde&#8221; exatamente no Nordeste, tanto por um desconhecimento da constitui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica da regi\u00e3o quanto por uma generaliza\u00e7\u00e3o ignorante de que todas as pessoas que moram em cidades localizadas nela se conheceriam ou teriam algum n\u00edvel de proximidade\/intimidade.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-twitter wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"twitter-tweet\" data-width=\"550\" data-dnt=\"true\"><p lang=\"pt\" dir=\"ltr\">&quot;Tu \u00e9 da onde?&quot;<br>Eu &#8211; S\u00e3o Luis do Maranh\u00e3o<br>&quot; Vish longe n\u00e9, deve ter sido sofrido ate chegar aqui&quot;<br>Eu &#8211; Menino eu vim numa coisa chamada avi\u00e3o, n\u00e3o sei se tu ja ouviu falar&quot;<br> (O cidad\u00e3o na mesma hora mudou de assunto)<br><br>Um carioca (2020) <a href=\"https:\/\/t.co\/AvOEzeAeT4\">https:\/\/t.co\/AvOEzeAeT4<\/a><\/p>&mdash; Jos\u00e9lio Amorim (@JojotaEchelon) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/JojotaEchelon\/status\/1284143799728398342?ref_src=twsrc%5Etfw\">July 17, 2020<\/a><\/blockquote><script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Acho que vale ainda destacar que todos esses absurdos nem sempre s\u00e3o ouvidos sem com que as pessoas reajam de algum modo mais contundente. O cluster de coment\u00e1rios (&#8220;sudestino&#8221;, &#8220;ouvi&#8221;), por exemplo, aponta para o estafamento dessas situa\u00e7\u00f5es e que dialoga diretamente com o grupo de deboche\/constrangimento (&#8220;assustado&#8221;, &#8220;vergonha&#8221;). Ou seja, quem fala o que n\u00e3o deve ouve o que n\u00e3o quer: nordestinos, justamente nessas situa\u00e7\u00f5es constrangedoras\/desgastantes, operam astuciosamente para n\u00e3o apenas se livrar daquele desconforto, mas para transferi-lo diretamente para quem os colocou nessa posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 uma rede que com certeza pode ser ainda mais (e melhor) explorada e assim pretendo fazer em outra oportunidade mais prop\u00edcia. Quis trazer aqui para j\u00e1 levantar alguns apontamentos e percep\u00e7\u00f5es iniciais, que dialogam tamb\u00e9m com meu projeto de mestrado. Como pr\u00f3ximo passo, talvez tentar ir ainda mais a fundo em todas as nuances das respostas e j\u00e1 dialogar com alguns autores que pensaram esse preconceito de origem geogr\u00e1fica e de lugar, sem perder de vista seu assentamento em classe e ra\u00e7a. No mais, problematizar tamb\u00e9m os benef\u00edcios e os limites da metodologia de an\u00e1lise de redes sem\u00e2nticas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Passeando pelo Twitter algumas semanas atr\u00e1s, me deparei com o da user @lhonoratus que reproduzo abaixo. Chegou at\u00e9 mim atrav\u00e9s de um retweet de uma amiga, que respondia \u00e0 provoca\u00e7\u00e3o da usu\u00e1ria compartilhando uma dessas situa\u00e7\u00f5es absurdas com que teve que lidar diante de sudestinos. 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