{"id":3758,"date":"2017-10-04T23:17:49","date_gmt":"2017-10-05T02:17:49","guid":{"rendered":"http:\/\/insightee.com.br\/blog\/?p=3758"},"modified":"2017-10-05T16:49:00","modified_gmt":"2017-10-05T19:49:00","slug":"mapeando-o-nordeste-no-facebook-primeiros-apontamentos-com-analise-de-redes-sociais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/mapeando-o-nordeste-no-facebook-primeiros-apontamentos-com-analise-de-redes-sociais\/","title":{"rendered":"Mapeando o Nordeste no Facebook: primeiros apontamentos com an\u00e1lise de redes sociais"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><em>Embora possa por vezes parecer eterna ou natural aos brasileiros, a ideia de Nordeste \u00e9 de pouco mais de um s\u00e9culo, sua origem remontando \u00e0 rea\u00e7\u00e3o pol\u00edtica ao desmantelamento das economias do a\u00e7\u00facar e do algod\u00e3o e \u00e0 busca de uma solu\u00e7\u00e3o para a crise enfrentada conjuntamente pelas prov\u00edncias brasileiras que delas dependiam. \u00c9 somente nesse momento que come\u00e7a a ruir a percep\u00e7\u00e3o provincial ent\u00e3o vigente e que se elabora um discurso regionalista e nordestino, o qual se define e se afirma n\u00e3o apenas em oposi\u00e7\u00e3o ao seu \u201coutro\u201d mais pr\u00f3ximo \u2013 o \u2018Sul\u2019 cafeeeiro \u2013, mas tamb\u00e9m em rela\u00e7\u00e3o a um passado de suposto bem estar e harmonia. \u00c9 atrav\u00e9s desse discurso e das a\u00e7\u00f5es oficiais dele derivadas que se demarca o espa\u00e7o do que \u00e9 Nordeste e se conforma uma identidade cultural nordestina, a qual legitima e representa, simbolicamente, aquele espa\u00e7o. (ANJOS, 2000, pp. 47-48).<\/em><\/p>\n<p>\u00c9 extremamente dif\u00edcil pensar que o Nordeste, assim como qualquer outra regi\u00e3o\/pa\u00eds\/territ\u00f3rio, \u00e9 apenas uma categoria discursiva. Isso n\u00e3o quer dizer que ela exista apenas no mundo sem\u00e2ntico (das ideias), mas que ela se materializa nas nossas din\u00e2micas sociais atrav\u00e9s de um &#8220;ato m\u00e1gico&#8221; perform\u00e1tico que nos convenciona, enquanto seres humanos intelig\u00edveis, um acordo sobre como entendemos as delimita\u00e7\u00f5es do espa\u00e7o f\u00edsico. A pr\u00f3pria etimologia da palavra &#8220;regi\u00e3o&#8221; traz consigo a ideia de <em>regere sacra<\/em>: uma esp\u00e9cie de cren\u00e7a m\u00e1gica que confere \u00e0quele que est\u00e1 regendo uma autoridade\/legitimidade que se faz acreditar nessa reg\u00eancia (e isso \u00e9 Bourdieu explicando, n\u00e3o eu). A partir dessa discuss\u00e3o, Silva (2009, p. 20) explica que:<\/p>\n<blockquote><p>O Nordeste, nessa concep\u00e7\u00e3o, constitui-se como regi\u00e3o a partir do trabalho de cria\u00e7\u00e3o de determinados setores sociais que se relacionam em um espa\u00e7o espec\u00edfico. Tamb\u00e9m comp\u00f5em com outras \u00e1reas um conjunto nacional politicamente definido por grupos que o reconhecem como espa\u00e7o constru\u00eddo em seu processo de produ\u00e7\u00e3o material e cultural, atrav\u00e9s da qual se articula com o capital e com o Estado, formando uma entidade pol\u00edtico-administrativa.<\/p><\/blockquote>\n<p>Se o Nordeste, portanto, \u00e9 uma constru\u00e7\u00e3o social fundada atos perform\u00e1ticos sobre os quais acordamos culturalmente, o que acontece com a sua no\u00e7\u00e3o &#8220;material&#8221; &#8211; no sentido f\u00edsico, territorial &#8211; quando surgem novas esferas de comunica\u00e7\u00e3o que j\u00e1 atravessam e constituem parte da nossa vida cotidiana? Essa \u00e9 uma pergunta extremamente complexa que n\u00e3o cabe a mim responder neste simples post. O meu interesse nesse contexto surge a partir de um vi\u00e9s bastante espec\u00edfico: a no\u00e7\u00e3o de identidade nordestina. Afinal, assim como o Nordeste, esta foi constru\u00edda social e historicamente nos \u00faltimos 130 anos a partir de diversas conjunturas discursivas (e midi\u00e1ticas) que estabeleceram, para tal, apontamentos bem espec\u00edficos do que representava (e esta palavra \u00e9 importante) ou n\u00e3o o ser nordestino.<\/p>\n<p>O que tem se convencionado enquanto identidade nordestina, com o famigerado advento das novas tecnologias de comunica\u00e7\u00e3o e informa\u00e7\u00e3o, \u00e9 reconfigurado de alguma forma? Como as novas din\u00e2micas sociais de produ\u00e7\u00e3o cultural alteram (ou n\u00e3o) os formatos impingidos aos nordestinos durante as \u00faltimas d\u00e9cadas? Essas s\u00e3o algumas perguntas que norteiam o meu trabalho de conclus\u00e3o do curso de Estudos de M\u00eddia, na UFF. Embora o projeto ainda esteja, metodologicamente, em seu formato embrion\u00e1rio, um pressuposto \u00f3bvio para discutir a identidade nordestina nos sites de redes sociais \u00e9 localizar a categoria &#8211; e o Nordeste, de maneira geral &#8211; no ambiente online (mais especificamente no Facebook, por ser a m\u00eddia social mais popular do Brasil).<\/p>\n<p>O prop\u00f3sito deste post, portanto, \u00e9 apresentar os resultados iniciais (bem iniciais mesmo) desta minha dif\u00edcil miss\u00e3o. Para enfrentar esse desafio, optei pela metodologia de an\u00e1lise de redes sociais &#8211; t\u00e9cnica que me permite localizar no Facebook praticamente todas as p\u00e1ginas que tragam alguma associa\u00e7\u00e3o direta com o Nordeste ou com a identidade nordestina. Uma vez que a identidade nordestina \u00e9 constru\u00edda discursivamente atrav\u00e9s de recursos ancorados na repeti\u00e7\u00e3o de certos valores simb\u00f3licos, identificar quem s\u00e3o os principais atores online que trabalham ativamente para a produ\u00e7\u00e3o dessa constru\u00e7\u00e3o que estimula (refor\u00e7a) uma identifica\u00e7\u00e3o dos usu\u00e1rios com a identidade \u00e9 o primeiro passo para diagnosticar quais novas l\u00f3gicas operam esse jogo de sociabilidades.<\/p>\n<p>Para gerar a rede (sobre a qual explicarei e descrevei com mais detalhes a seguir), percorri os seguintes passos: 1) com a ajuda da <a href=\"https:\/\/apps.facebook.com\/netvizz\/\">Netvizz<\/a>, fiz tr\u00eas buscas de p\u00e1ginas sobre o meu escopo de pesquisa: uma para <em>&#8220;Nordeste&#8221;<\/em>, outra para <em>&#8220;Nordestino&#8221;<\/em> e outra para <em>&#8220;Nordestina&#8221;<\/em> (a varia\u00e7\u00e3o do plural tamb\u00e9m \u00e9 captada pela ferramenta); 2) com as tr\u00eas listas em m\u00e3o, organizei e limpei os dados para encontrar as p\u00e1ginas mais relevantes (removi p\u00e1ginas pequenas e outros lixos) sobre o tema, encontrando 139 resultados; 3) com a t\u00e9cnica de bola de neve (<em>snowball<\/em>), documentada por <a href=\"https:\/\/wiki.digitalmethods.net\/Dmi\/DmiAbout\">Richard Rogers (DMI)<\/a> nos seus estudos sobre m\u00e9todos digitais, encontrei mais 125 p\u00e1ginas a partir das conex\u00f5es do grupo de p\u00e1ginas-semente. Para explica\u00e7\u00e3o mais detalhada sobre esse procedimento, ver Alves (2017, p. 109).<\/p>\n<p>Com a lista completa de p\u00e1ginas sobre o Nordeste e\/ou a identidade nordestina, totalizando agora 265 canais, fiz o download dos m\u00f3dulos de &#8220;curtida&#8221; de cada p\u00e1gina tamb\u00e9m com a Netvizz. De maneira simples, funciona da seguinte forma: cada p\u00e1gina do Facebook possui um ID que, atrav\u00e9s da ferramenta, \u00e9 poss\u00edvel gerar um arquivo espec\u00edfico que traz consigo as conex\u00f5es da p\u00e1gina em quest\u00e3o com outras p\u00e1ginas que essa &#8220;curte&#8221; (assim como os usu\u00e1rios, as p\u00e1ginas tamb\u00e9m t\u00eam a op\u00e7\u00e3o de curtir outras p\u00e1ginas). Com todos esses arquivos em m\u00e3os, pude trabalh\u00e1-los diretamente no <a href=\"https:\/\/gephi.org\">Gephi<\/a>, programa espec\u00edfico para an\u00e1lise de redes. O resultado &#8220;final&#8221;, <strong>5.100 n\u00f3s (p\u00e1ginas)<\/strong> e <strong>18.456 arestas (conex\u00f5es)<\/strong>, apresento abaixo:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/rede-nordeste.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-3761 size-full\" src=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/rede-nordeste.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"1024\" srcset=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/rede-nordeste.png 1024w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/rede-nordeste-150x150.png 150w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/rede-nordeste-300x300.png 300w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/rede-nordeste-768x768.png 768w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/rede-nordeste-480x480.png 480w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><\/p>\n<p>A plotagem da rede foi gerada no Gephi a partir do layout <em>ForceAtlas 2<\/em>, conforme descrito por Alves (2017, p. 110): <em>&#8220;esse processo cria um desenho de rede no qual os n\u00f3s com mais liga\u00e7\u00f5es s\u00e3o atra\u00eddos para o centro e os menos conectados s\u00e3o repelidos para as margens&#8221;<\/em>. Marquei a op\u00e7\u00e3o de &#8220;gravidade mais forte&#8221; porque a rede n\u00e3o apresentava alta densidade, ou seja, n\u00e3o havia uma mobiliza\u00e7\u00e3o orquestrada em prol de algum assunto espec\u00edfico &#8211; eram apenas algumas milhares de p\u00e1ginas centradas numa tem\u00e1tica em comum. Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 do meu interesse direto analisar o posicionamento dos <em>clusters<\/em>, a disposi\u00e7\u00e3o espacial da rede, sendo suficiente para a minha proposta uma simples interpreta\u00e7\u00e3o dos grupos formados &#8211; para ent\u00e3o localizar atores influentes.<\/p>\n<p>Na imagem acima, os <em>clusters<\/em> representam esses agrupamentos (classificados de maneira estat\u00edstica pela pr\u00f3pria ferramenta) coloridos. As cores foram selecionadas de maneira arbitr\u00e1ria, somente para representar os grupos reconhecidos pelo Gephi: <strong>1.205\u00a0(23,63%)<\/strong> p\u00e1ginas no lil\u00e1s, <strong>959 p\u00e1ginas (18,8%)<\/strong> no verde, <strong>540 (10,59%)<\/strong> no azul piscina, <strong>493\u00a0(9,67%)<\/strong> no preto\/cinza escuro, <strong>401\u00a0(7,86%)<\/strong> no laranja, <strong>221 (4,33%)<\/strong> no rosa e <strong>207 (4,06%)<\/strong> no esmeralda. Os n\u00f3s maiores, em formato circular, s\u00e3o as p\u00e1ginas com maior <em>PageRank<\/em>, m\u00e9trica que leva em conta a centralidade e o peso das arestas &#8211; de maneira geral, ela identifica quais p\u00e1ginas recebem conex\u00f5es mais relevantes dentro do pr\u00f3prio grupo.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-verde.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3764\" src=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-verde.png\" alt=\"\" width=\"735\" height=\"735\" srcset=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-verde.png 735w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-verde-150x150.png 150w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-verde-300x300.png 300w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-verde-480x480.png 480w\" sizes=\"auto, (max-width: 735px) 100vw, 735px\" \/><\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-azul.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3765\" src=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-azul.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"1024\" srcset=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-azul.png 1024w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-azul-150x150.png 150w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-azul-300x300.png 300w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-azul-768x768.png 768w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-azul-480x480.png 480w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-rosa.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3766\" src=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-rosa.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"1024\" srcset=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-rosa.png 1024w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-rosa-150x150.png 150w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-rosa-300x300.png 300w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-rosa-768x768.png 768w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-rosa-480x480.png 480w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-laranja.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3769\" src=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-laranja.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"1024\" srcset=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-laranja.png 1024w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-laranja-150x150.png 150w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-laranja-300x300.png 300w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-laranja-768x768.png 768w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cluster-laranja-480x480.png 480w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><\/p>\n<p>N\u00e3o me aprofundarei numa descri\u00e7\u00e3o dos <em>clusters<\/em> acima porque, al\u00e9m de serem relativamente auto-explicativos em seus exemplos apresentados, os dois grupos que mais aparentam relev\u00e2ncia para o meu projeto s\u00e3o o lil\u00e1s e o preto\/cinza escuro. Neles est\u00e3o presentes &#8211; al\u00e9m de algumas p\u00e1ginas que refletem gostos e valores culturais (at\u00e9 pol\u00edticos) interessantes para poss\u00edvel discuss\u00e3o posterior &#8211; atores que trazem consigo o discurso mais v\u00edvido acerca do Nordeste e do ser nordestino. Para melhor visualiza\u00e7\u00e3o desses grupos, expandi um pouco a rede e ajustei os r\u00f3tulos (desta vez proporcionais de acordo com a m\u00e9trica grau de entrada) conforme representados nas imagens abaixo:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/ne-1.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3770\" src=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/ne-1.png\" alt=\"\" width=\"917\" height=\"546\" srcset=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/ne-1.png 917w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/ne-1-300x179.png 300w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/ne-1-768x457.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 917px) 100vw, 917px\" \/><\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/ne-2.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3771\" src=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/ne-2.png\" alt=\"\" width=\"968\" height=\"546\" srcset=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/ne-2.png 968w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/ne-2-300x169.png 300w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/ne-2-768x433.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 968px) 100vw, 968px\" \/><\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/ne-3.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3772\" src=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/ne-3.png\" alt=\"\" width=\"1040\" height=\"552\" srcset=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/ne-3.png 1040w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/ne-3-300x159.png 300w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/ne-3-768x408.png 768w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/ne-3-1024x544.png 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 1040px) 100vw, 1040px\" \/>\u00a0<\/a><\/p>\n<p>Tomando como base esses dois <em>clusters<\/em>, consegui identificar quais s\u00e3o os principais atores a propagar no\u00e7\u00f5es da identidade nordestina no Facebook. Para tal, exportei uma tabela com todos n\u00f3s dos grupos e organizei na ordem da m\u00e9trica <em>talking_about_count<\/em>. A minha ideia aqui em priorizar essa medida \u00e9 priorizar as p\u00e1ginas onde h\u00e1 uma conversa\u00e7\u00e3o cont\u00ednua acerca dessa tem\u00e1tica, j\u00e1 que para que haja uma constru\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria \u00e9 necess\u00e1rio uma articula\u00e7\u00e3o constante de pessoas (no caso, usu\u00e1rios) apresentando e representando os valores daquele grupo &#8211; a p\u00e1gina <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/nacaonordestina\/?ref=br_rs\">Na\u00e7\u00e3o Nordestina<\/a>, por exemplo, embora volumosa em visibilidade, n\u00e3o se mostrou muito popular. O top15 &#8211; que classifiquei manualmente &#8211; segue abaixo:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/tabela-nordeste.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3774\" src=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/tabela-nordeste.png\" alt=\"\" width=\"1223\" height=\"320\" srcset=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/tabela-nordeste.png 1223w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/tabela-nordeste-300x78.png 300w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/tabela-nordeste-768x201.png 768w, https:\/\/insightee.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/tabela-nordeste-1024x268.png 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 1223px) 100vw, 1223px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Antes de finalizar, talvez deva uma resposta a um inc\u00f4modo que pode surgir na leitura desse post: &#8220;por que voc\u00ea n\u00e3o mapeou todas as p\u00e1ginas das cidades (ou pelo menos capitais) e estados do Nordeste?&#8221;. Por dois motivos: primeiro, pela demanda de trabalho, obviamente; segundo, porque a minha fundamenta\u00e7\u00e3o te\u00f3rica segue justamente a linha de racioc\u00ednio na qual o Nordeste \u00e9 visto como uma categoria discursiva, ou seja, por mais que &#8220;na pr\u00e1tica&#8221; represente suas ramifica\u00e7\u00f5es, \u00e9 compreendido no imagin\u00e1rio social enquanto figura homog\u00eanea (como o Brasil, por exemplo, e o ser brasileiro). Ou seja, estou interessado justamente nessa concep\u00e7\u00e3o de Nordeste e identidade nordestina como um todo macro, mesmo que de maneira cr\u00edtica e cautelosa para n\u00e3o reproduzir certos equ\u00edvocos.<\/p>\n<p>Esses foram os primeiros passos que pensei que podem me guiar no que tange o meu trabalho de conclus\u00e3o de curso (e qui\u00e7\u00e1 uma poss\u00edvel empreitada numa p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o\u00a0<em>stricto sensu<\/em>). Ainda n\u00e3o sei exatamente como seguir, mas foi uma atividade na qual pude unir o \u00fatil ao agrad\u00e1vel: trabalhar o meu objeto de pesquisa junto a uma metodologia sobre a qual venho aprendendo cada vez mais, conforme j\u00e1 narrado aqui <a href=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/a-minha-saga-com-redes-sociais-ou-por-que-e-importante-compreende-las\/\">na minha saga<\/a> e posterior <a href=\"https:\/\/insightee.com.br\/blog\/alguns-conceitos-basicos-para-entender-a-analise-de-redes-em-midias-sociais\/\">aprendizados iniciais<\/a> gra\u00e7as ao <a href=\"http:\/\/www.ibpad.com.br\/produto\/analise-redes-midias-sociais-online\/\">curso do IBPAD<\/a>. Fico aberto a todo tipo de cr\u00edtica (construtiva) para elucidar conseguintes apontamentos metodol\u00f3gicos que me ajudem a estruturar uma linha de racioc\u00ednio e argumenta\u00e7\u00e3o para o projeto.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/p>\n<p>ALVES, Marcelo Santos.<em> Campanha n\u00e3o oficial: A Rede Antipetista na elei\u00e7\u00e3o de 2014. REVISTA FRONTEIRAS (ONLINE)<\/em>, v. 19, p. 102-119, 2017.<\/p>\n<p>ANJOS, Moacir dos. \u201cDesmanche de Bordas: notas sobre identidade cultural no Nordeste do Brasil\u201d. In: <em>Artelatina<\/em>. RJ: Aeroplano Editora, 2000.<\/p>\n<p>SILVA, Claudeci Ribeiro. <em>A representa\u00e7\u00e3o do Nordeste nas letras das m\u00fasicas de Marin\u00eas<\/em>. UEPB: 2009.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Embora possa por vezes parecer eterna ou natural aos brasileiros, a ideia de Nordeste \u00e9 de pouco mais de um s\u00e9culo, sua origem remontando \u00e0 rea\u00e7\u00e3o pol\u00edtica ao desmantelamento das economias do a\u00e7\u00facar e do algod\u00e3o e \u00e0 busca de uma solu\u00e7\u00e3o para a crise enfrentada conjuntamente pelas prov\u00edncias brasileiras que delas dependiam. \u00c9 somente [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3780,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[196],"tags":[209,221,222,188],"class_list":["post-3758","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-analises","tag-analise-de-redes-sociais","tag-nordeste","tag-nordestino","tag-tcc"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Mapeando o Nordeste no Facebook: primeiros apontamentos com an\u00e1lise de redes sociais &#8211; 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